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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Como se dorme pelo mundo? Conheça os hábitos mais 'estranhos'

Se achava que dormir era algo biológico que só implicava as decisões de dormir para o lado, de barriga para cima ou para baixo, estava enganado.

Muito além das decisões pessoais, a forma como dormimos também tem muita influência cultural.
A cultura, os hábitos e as tradições também se espelham na forma como dormimos e no local onde o fazemos. O Huffington Post listou seis costumes ligados ao sono de várias partes do mundo:
1. Japão – Dormir no trabalho. Chama-se inemuri, que significa “dormir enquanto presente”. Dormir no trabalho é visto como prova do cansaço que a pessoa tem por ter trabalhado arduamente.
2. Reino Unido – Dormir nu. Estudo revela que um terço dos britânicos dorme nu, uma vez que traz vários benefícios para a saúde.
3. Austrália – Dormir em grupo. A antropologista Yasmine Musharbash, da Universidade de Sidney, revela que dormir acompanhado ou em grupo é uma “preferência cultural marcada” na comunidade aborígene. E explica que as pessoas dormem em conjunto de forma a os mais fortes conseguirem proteger os mais fracos.
4. México – Dormir em redes. Desde os tempos coloniais que as redes são uma grande indústria no México. E há aqui até pessoas que juram que é melhor dormir em redes do que em colchões, ainda que não haja provas fortes disso.
5. Botswana e Zaire - Sem Programação. Para algumas tribos modernas destes locais "o sono é um estado muito fluido", explicou a antropóloga Carol Worthman à Discover Magazine. "Dormem quando sentem vontade - durante o dia, à noite, ao fim da noite", não num horário determinado como a maioria das sociedades ocidentais. Os especialistas dizem que dormir apenas quando está cansado é uma óptima forma de descansar melhor e evitar a "ansiedade do sono”.
6. Indonésia – ‘Sono do medo’. Os cientistas têm identificado que as pessoas do Bali sofrem de uma espécie de ‘sono do medo’. De acordo com Worthman, em situações stressantes, podem cair imediatamente num sono profundo, numa prática a que a especialista chamou de "aquisição cultural".
Fonte: NM


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