Total de visualizações de página

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Casal Demi Moore e Ashton Kutcher oficialmente divorciados

Demi Moore e Ashton Kutcher concordaram finalmente com os termos do divórcio, dois anos depois de se separarem, em Novembro de 2011.
FAMA
Demi Moore e Ashton Kutcher oficialmente divorciados
Demi Moore e Ashton Kutcher assinaram finalmente os papéis do divórcio. O ex-casal - que se separou em Novembro de 2011 - chegou a um acordo para finalizar o divórcio, depois de uma complicada batalha em tribunal durante dois anos.

Uma fonte disse ao jornal New York Post que "Ashton e Demi finalmente assinaram o acordo de divórcio. Ambos estão prontos para protocolarem os documentos em tribunal e assim formalizarem o fim do seu casamento."
Ashton, 35, e Demi, 50, estavam em desacordo sobre assuntos financeiros desde que se separaram, sendo que a actriz estava a exigir uma pensão ao ex-marido, que se tornou num dos actores mais bem pagos da TV desde que se juntou ao elenco de ‘Dois Homens e Meio’ em 2011.  Demi também alegou que tinha direito a uma parte dos ganhos de Ashton na empresa Grade-A, que vale aproximadamente 97 milhões de dólares. 
Anteriormente, Demi já tinha pedido metade dos ganhos do ex-marido, mas Ashton alegou que a sua fortuna não era comum, já que ele ganhou os milhões depois de se separar da sua esposa. 
Agora, aparentemente os dois lados chegaram a um acordo.
Fonte: NM

Futebol Romário exige explicações a Scolari sobre Diego Costa

O ex-futebolista crê que perder jogadores para outros países, como foi o caso de Diego Costa para a Espanha, "desprestigia" a seleção do Brasil.
DESPORTO
Romário exige explicações a Scolari sobre Diego Costa
O antigo futebolista Romário afirmou na quarta-feira que o selecionador brasileiro Luiz Felipe Scolari deve dar explicações ao povo sobre a decisão do avançado Diego Costa em representar a equipa nacional espanhola.

"Como treinador da seleção brasileira, Felipão tem de dar uma resposta ao povo brasileiro sobre o porquê da seleção ter saído desprestigiada desde caso", afirmou Romário, em entrevista à rádio Estadão.
Romário, que atualmente é deputado, pediu que o Brasil "preste atenção" aos seus jogadores e principalmente aos que têm "condições" para formar uma boa seleção.
Diego Costa, avançado nascido em Lagarto, no Brasil, e com nacionalidade espanhola, oficializou terça-feira mediante uma carta registada em notário, com cópias endereçadas à FIFA e à CBF, que deseja jogar pela seleção espanhola.
Fonte: NM

Senado Espanha quer declarar tourada como património cultural

O Senado espanhol deu hoje um dos últimos passos para a declaração da tauromaquia como património cultural, com a maioria conservadora a rejeitar cinco propostas de veto e 57 emendas ao texto, que já tinha sido aprovado no Congresso.
MUNDO
Espanha quer declarar tourada como património cultural
O texto final deverá ser debatido e aprovado, com a contestação da maioria da oposição, no próximo dia 6 de novembro.

Das cinco propostas de veto, duas delas, da Esquerda Unida (IU) e da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC), eram as mais críticas e contrárias tanto ao texto como à tauromaquia em si, que definiram como "sanguinária e cruel", como um atentado aos direitos dos animais e como um ato que jamais deveria ser alvo de uma normativa legal.
As restantes propostas de veto - dos conservadores nacionalistas da Catalunha (CiU) e bascos (PNV) - contestavam o texto em termos de competências, argumentando que este tipo de decisões cabe às autonomias e não ao Estado central.
Os socialistas, por seu lado, acusaram o PP (que tem maioria absoluta) de "politizar" a tauromaquia, subvertendo uma Iniciativa Legislativa Popular com 600 mil assinaturas sobre o setor.
Várias regiões espanholas já proibiram as touradas, como é o caso de toda a comunidade autónoma da Catalunha.
Fonte: NM

Carlos Costa Endividamento pode ser virtuoso se "gerar rendimento futuro"

O governador do Banco de Portugal (BdP), Carlos Costa, defendeu hoje que o endividamento pode ser virtuoso se usado para "gerar rendimento futuro", afirmando que o erro português foi utilizá-lo "para finalidades que não geravam riqueza adicional".
ECONOMIA
Endividamento pode ser virtuoso se gerar rendimento futuro
Carlos Costa falava perante uma plateia de várias dezenas de alunos da Escola Secundária Filipa de Vilhena, no Porto, onde, para assinalar o Dia Mundial da Poupança, participou numa "aula" do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros inserida na iniciativa "Dia da Formação Financeira de 2013", com o lema: "A formação financeira está nas escolas, Não fique de fora".

"Não é estritamente verdade que endividar-se seja mau, depende de para quê que se endivida. Se o endividamento se destina a promover um investimento que vai gerar rendimento futuro, que, por si mesmo, gera o reembolso desse endividamento, significa que não só mantemos o mesmo nível de consumo que tínhamos à partida, como vamos ainda aumentar a capacidade futura de rendimento após o reembolso do empréstimo", afirmou o governador.
Numa altura em que a situação do país é frequentemente justificada com o facto de este ter vivido "acima das possibilidades", Carlos Costa explicou aos alunos que tal implicou, de facto, o recurso ao endividamento, mas ressalvou que este só se tornou prejudicial porque "gerou uma despesa que não produz rendimento adicional".
"Endividamo-nos sem que o nosso produto tivesse crescido na mesma proporção ou tivesse recuperado, mais tarde, na mesma proporção. O nosso endividamento não foi acompanhado pelo produto potencial, não temos capacidade futura de gerar rendimento para pagar dívidas passadas. Se o tivéssemos feito, estaríamos num círculo virtuoso de endividamento", esclareceu.
Num paralelismo com o que acontece a um jovem que "tem que pedir ao pai para antecipar a mesada do mês seguinte" porque a do mês em curso já se esgotou, Carlos Costa comparou a 'troika' a um "padrasto" que, após a recusa do pai em fazer mais adiantamentos de mesada, "pôs ao dispor recursos, mas com condições extremas".
"Não é diferente de uma família: vocês vão pedindo dinheiro ao vosso pai e ele vai dizendo 'está bem, este mês ainda aceito, o próximo mês ainda aceito, mas alto aí, agora acabou'. Nós tivemos que encontrar não um pai, mas um padrasto, que pôs ao dispor recursos, mas com condições extremas. E é por isso que estamos num programa de ajustamento, as condições a que estamos sujeitos hoje não são diferentes das condições que um pai impõe a um filho quando sente que ele está em derrapagem financeira", explicou.
Atribuindo a origem da atual crise portuguesa a uma "utilização de recursos superior à capacidade de geração de rendimento", o governador do BdP destacou ainda o impacto que a crise internacional teve no agravamento da situação interna.
"Em cima da crise portuguesa, soma-se uma outra crise, internacional, que vem agravar as dificuldades. Dizer que esta crise é a razão da nossa crise é um erro, [mas] dizer que a agravou, claro que sim, estivessem os mercados mais otimistas e seguramente teríamos mais balão de oxigénio para continuar numa trajetória que, seguramente, nos levaria mais longe", concluiu.
Fonte: NM

Tribunal de Contas Após a troika, "continua a disciplina e rigor"

O presidente do Tribunal de Contas (TdC), Guilherme d'Oliveira Martins, disse hoje que após o programa de ajustamento continuará a disciplina e o rigor das finanças públicas, sublinhando que Portugal "é um país maduro" e com capacidade para seguir em frente.
ECONOMIA
Após a troika, continua a disciplina e rigor
Questionado à margem de uma conferência sobre poupança a propósito do que se seguirá após a conclusão do programa de ajustamento, Guilherme d'Oliveira Martins respondeu: "É a continuação da disciplina e do rigor das finanças públicas".

O presidente do TdC frisou que cabe agora às instituições portuguesas cumprir e assegurar os compromissos, frisando que à incerteza é necessário "corresponder com confiança" e que é preciso "tornar bem claro que em Portugal há instituições que funcionam e funcionam positivamente".
"Temos de dizer aos mercados e às instituições que somos um país maduro, uma economia adulta com capacidade para seguir em frente com disciplina e rigor", frisou.
Guilherme d'Oliveira Martins reforçou ainda que Portugal "tem condições para cumprir as suas obrigações externas", de modo a poder, através do investimento, poupança e criação de emprego, superar as suas dificuldades.
"Neste momento temos que ser extraordinariamente positivos", disse.
O responsável lembrou que "o Tribunal assegura o cumprimento da legalidade e em termos de auditoria uma correta e adequada utilização dos recursos públicos", considerando que tal "é muito importante", sobretudo agora "na reta final da aplicação do programa de resgate a Portugal".
"Por isso, reforçámos a cooperação com o Banco de Portugal e os mecanismos e os instrumentos que visam dar confiança aos mercados e às instituições", afirmou.
Fonte: NM

Relatório Infecção hospitalar pode ser causa de 1/4 das mortes em hospitais

Um quarto dos doentes que morreram em 2011 tinha uma infecção hospitalar, mas "é impossível" saber quantos morreram por terem sido infectados, segundo dados hoje divulgados pela Direcção Geral da Saúde.
PAÍS
Infecção hospitalar pode ser causa de 1/4 das mortes em hospitais
De acordo com o relatório "Portugal -- Controlo de Infeções e Resistência aos Antimicrobianos", em 2011 registaram-se 11.357 mortes associadas à infeção hospitalar, o que representa 24,30 por cento dos 46.733 óbitos ocorridos por todas as doenças.

O relatório ressalva que "não é possível conhecer a medida exata de mortalidade associada à infeção hospitalar".
"Num pequeno número de casos a morte pode ser devida à infeção hospitalar. Noutros casos, pode não ser a causa mas apenas um fator contributivo para a morte. Noutras ainda, a morte pode ser devida à patologia primária sendo a presença da infeção irrelevante para o resultado final", lê-se no documento.
O diretor do Programa de Prevenção e Controlo de Infeções e de Resistência aos Antimicrobianos, José Artur Paiva, revelou que entre nove a onze por cento dos doentes internados adquire ou tem uma infeção hospitalar, quando a média europeia se situa entre os seis e os sete por cento.
O especialista frisou que, enquanto algumas infeções são consideradas inevitáveis - como em algumas cirurgias ao intestino - outras são evitáveis, como para colocação de uma prótese de joelho ou intervenções ao cólon e à vesícula biliar.
Algumas infeções hospitalares têm registado um decréscimo, nomeadamente as infeções associadas a cateter venoso central, as infeções urinárias, as bacteriemias e as pneumonias adquiridas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) e as pneumonias adquiridas em UCI neo-natais.
Em Portugal, "é também elevada a taxa de infeção (oito por cento) e de consumo de antimicrobianos (nove por cento) em unidades de cuidados continuados, nomeadamente relacionados com úlceras da pele".
Segundo Artur Paiva, Portugal tem um problema grave em termos de ter uma elevada taxa de resistência das bactérias a vários antibióticos.
"Temos de ser capazes de ter uma política de utilização de antibióticos mais adequada e passa também por medidas de controlo de infeção, de higiene, higiene das mãos, bom uso das luvas, de isolamento do doente, de forma a que se aparecer uma bactéria resistente evitemos a sua transmissão para o doente que está ao lado", disse.
Em Portugal, o enfoque deve ser em medidas de maior impacto: "Uma política de higiene das mãos adequada, melhorar o respeito dos profissionais pelo seu fardamento, nomeadamente o uso correto das luvas, e precisamos de uma melhor higienização das superfícies à volta do doente, de forma à sobrevivência das bactérias diminuir"
No relatório lê-se que "o número de profissionais alocados às tarefas de controlo de infeção e de assistência à prescrição antibiótica nas unidades de saúde é insuficiente e marcadamente inferior à média europeia".
Por esta razão, os autores recomendam um aumento do número de clínicos afetos a esta atividade ao nível das unidades de saúde e uma crescente influência destas comissões locais na definição estratégica da política da unidade de saúde.
Fonte: NM

Santos Pereira "Dívida deve ter reescalonamento de pelo menos 40 anos"

O antigo ministro da Economia Álvaro Santos Pereira defendeu hoje que a dívida é "o elefante na sala" na Europa e que a solução para os países em dificuldades é o reescalonamento da dívida a pelo menos 40 anos.

"A dívida na Europa é o elefante na sala de que ninguém fala, mas o problema está lá e tem de ser resolvido", afirmou o antigo governante numa conferência hoje em Lisboa organizada pela revista Exame.

Não querendo falar especificamente sobre o caso português, Álvaro Santos Pereira disse que "a Europa não vai ter um crescimento duradouro enquanto não resolver o problema da dívida", defendendo que "é fundamental que nenhum país renegoceie a sua dívida individualmente".
Para o economista, a solução europeia deve ser muito semelhante à da América Latina nos anos 1989, ou seja, "pagar todos os cêntimos da dívida mas fazer um reescalonamento da dívida a 40, 50 ou 60 anos".
Álvaro Santos Pereira referiu ainda que não foi só nos países da América Latina que se optou por um reescalonamento da dívida, afirmando que isso também se fez "nos anos 1950, num país chamado República Federal da Alemanha".
"Na altura, a Europa e os Estados Unidos não viraram as costas à Alemanha e é fundamental que a Alemanha não vire as costas à Europa", apelou.
Fonte: NM

Impostos Álvaro Santos Pereira defende IRC a 10% dentro de uma década

O antigo ministro da Economia Álvaro Santos Pereira defendeu hoje que o IRC em Portugal deve descer para os 10% ao longo da próxima década, afirmando que baixar o imposto para os 23% "é interessante mas não chega".
ECONOMIA
Álvaro Santos Pereira defende IRC a 10% dentro de uma década
"Temos de conseguir baixar o IRC [Imposto sobre o Rendimento de Pessoa Coletiva] para os 10% nos próximos 10 anos (...) e de ter um país menos burocrático e mais amigo do investimento", afirmou o antigo governante numa conferência hoje em Lisboa organizada pela revista Exame.

Para Santos Pereira, "baixar o imposto para perto do 20% é interessante, é bom, mas não chega", considerando que "a prioridade número um tem de ser baixar a carga fiscal, que está a asfixiar a economia portuguesa e está a asfixiar as famílias portuguesas".
"Temos de conseguir maneira de baixar a carga fiscal, se não a economia não vai ter futuro. Ter o IRC a 10% é um imperativo", reiterou.
"Baixar os impostos é importante, é vital, é fundamental para atrair mais crescimento e se tivermos de ir contra a Europa, paciência", disse o economista considerando que "é um disparate" que os países em situações financeiras complicadas não possam apoiar as suas empresas diretamente por questões de concorrência.
Fonte: NM

Lisboa Metro com dois dias de greve parcial entre 18 e 22 de Novembro

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa vão agendar dois dias de greve parcial para a semana de 18 a 22 de Novembro, disse hoje à Lusa fonte da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans).
PAÍS
Metro com dois dias de greve parcial entre 18 e 22 de Novembro
De acordo com a sindicalista Anabela Carvalheira, as datas serão definidas ainda esta semana, depois de a Fectrans se reunir com os sindicatos.

Segundo informação da federação, a adesão à greve de hoje dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa "é praticamente total, provocando a paralisação de toda a atividade da empresa".
Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa agendaram esta greve de 24 horas para hoje depois de 36 organizações sindicais e comissões de trabalhadores do setor dos transportes terem decidido avançar com uma quinzena de greves contra as propostas do Orçamento do Estado para 2014, como a concessão dos serviços a privados e a redução das indemnizações compensatórias às empresas.
A circulação no Metropolitano de Lisboa foi paralisada às 00:00 devido ao início da greve dos trabalhadores.
Em comunicado, a Carris, que foi fundida com o Metro de Lisboa, informou que iria reforçar hoje as carreiras 726 (Sapadores-Pontinha Centro), 736 (Cais do Sodré-Odivelas), 744 (Marquês de Pombal-Moscavide) e 746 (Marquês de Pombal-Estação Damaia).
Fonte: NM

Alteração Bélgica pode legalizar eutanásia... para crianças

A eutanásia já é praticada legalmente na Bélgica para maiores de 18 anos, mas o governo daquele país quer alterar a lei, para que crianças e adultos com demência precoce possam ter o direito à morte assistida, avança a Associated Press.
MUNDO
Bélgica pode legalizar eutanásia... para crianças
Bruxelas legalizou a eutanásia para maiores de 18 anos, em 2002, tendo sido um dos pioneiros nesta prática.

Ora, agora o governo belga quer estender a morte assistida a crianças e adultos com demência precoce, de acordo com a Associated Press. Em causa está o facto de ser uma opção válida em situações de desespero, argumentam os defensores.
Por seu turno, já várias identidades se vieram mostrar contra. O arcebispo católico Andre-Joseph Leonard foi um deles: “É estranho que as crianças sejam legalmente incompetentes em algumas áreas, como o casamento, mas tenham capacidade para decidir se querem morrer”, argumentou.
A oposição ao governo, na Bélgica, também não se mostrou favorável a esta alteração, assegurando que vai prosseguir para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, caso o executivo avance.
Fonte: NM

Aviação EUA autorizam 'tablets' e jogos de vídeo em voos comerciais

Os passageiros de aviões poderão utilizar em breve alguns aparelhos electrónicos, como 'tablets' e consolas de jogos de vídeo, durante os voos, incluindo na descolagem e na aterragem, anunciou hoje a agência norte-americana de aviação civil.
MUNDO
EUA autorizam 'tablets' e jogos de vídeo em voos comerciais
Esta medida não vai abranger os telemóveis, cuja utilização continua a ser proibida durante as ligações aéreas.

"Tenho o prazer de anunciar que as companhias aéreas podem estender, com toda a segurança, o uso de aparelhos eletrónicos portáteis durante todas as fases do voo", afirmou o diretor da Federal Aviation Administration (FAA, sigla em inglês), Michael Huerta, durante uma conferência de imprensa realizada no aeroporto Reagan National, perto de Washington.
Estas alterações abrangem as companhias aéreas que estão sob a tutela da FAA, ou seja, as transportadoras estrangeiras que viajam no espaço aéreo norte-americano e as empresas norte-americanas que viajam nos Estados Unidos e para o estrangeiro.
"O comité de peritos determinou que a maioria dos aviões comerciais pode tolerar as interferências de rádio provenientes dos aparelhos eletrónicos portáteis", precisou o responsável.
"Portanto, é seguro ler livros eletrónicos ('e-books'), bem como jogar jogos de vídeo", acrescentou Huerta.
A medida também é extensível aos 'tablets' (dispositivo eletrónico em formato retangular e com ecrã tátil, usado para organização pessoal, visualização e arquivo de vários tipos de ficheiros digitais).
No entanto, o diretor da FAA admitiu que em certas situações relacionadas com a fraca visibilidade provocada pelas más condições meteorológicas, o piloto poderá pedir aos passageiros para desligarem os respetivos aparelhos eletrónicos, uma vez que "certos sistemas de aterragem podem ser afetados pelas interferências de rádio".
As novas regras vão entrar em vigor até ao final do ano, referiu a FAA, num comunicado.
Navegar na Internet será igualmente possível nos voos das companhias que oferecem um acesso Wi-Fi (tecnologia que permite o acesso à Internet sem fios). A tecnologia Bluetooth (que permite a conetividade sem fios entre diferentes dispositivos) para teclados eletrónicos sem fios também vai ser autorizada.
Michael Huerta realçou, no entanto, que os passageiros não serão autorizados a utilizar dispositivos eletrónicos durante a apresentação das instruções de segurança, quando os membros da tripulação descrevem os procedimentos a seguir em situações de emergência antes da descolagem do aparelho.
Estas novas normas surgem depois de um painel de peritos independentes, consultados pela FAA, terem estudado durante um ano os potenciais problemas de segurança relacionados com a utilização de dispositivos eletrónicos durante as ligações aéreas.
Fonte: NM

Observatório Conflito na Síria matou 120 mil pessoas em 31 meses

A guerra civil na Síria matou mais de 120 mil pessoas em 31 meses, segundo um novo balanço do Observatório Sírio dos Direitos Humanos.
MUNDO
Conflito na Síria matou 120 mil pessoas em 31 meses
"Documentámos a morte de 120.296 pessoas desde o início da revolução, em março de 2011", anunciou a organização, com sede em Londres, que se baseia em informações de uma vasta rede de ativistas e pessoal médico no terreno.

Daquele total, 42.945 mortos eram civis, entre os quais 6.365 crianças e 4.269 mulheres.
Entre os rebeldes mortos, 18.122 eram civis que pegaram em armas contra o regime, 2.202 soldados que desertaram do exército e 5.375 'jihadistas' estrangeiros que foram para a Síria para combater o exército sírio.
Entre os partidários do regime, 29.954 eram membros do exército e os restantes 18.678 pertenciam a comités populares pró regime ou à unidade paramilitar Força de Defesa Nacional, 187 membros da milícia libanesa Hezbollah e 61 estrangeiros.
O Observatório documentou ainda a morte de 2.772 pessoas não identificadas.
A organização advertiu, no entanto, que o verdadeiro balanço do conflito deve ser superior e que há milhares de pessoas sem paradeiro conhecido.
Entre os desaparecidos, há "mais de 10.000 detidos que desapareceram das cadeias do regime e mais de 3.000 soldados mantidos como prisioneiros pelos grupos rebeldes".
O conflito na Síria começou como um levantamento exigindo o afastamento de Bashar al-Assad que, depois de duramente reprimido pelas autoridades, evoluiu para uma guerra civil.
De acordo com as Nações Unidas, o último balanço de mortos provocados pela guerra ascende a 110 mil mortos.
Fonte: NM

Rapaz Chinês atirou-se de 30º andar por ordem do professor

Um rapaz chinês de 10 anos atirou-se de um 30.º andar, alegadamente obedecendo a uma ordem do seu professor, por não ter escrito uma carta de arrependimento, noticiaram os meios de comunicação estatais.
MUNDO
Chinês atirou-se de 30º andar por ordem do professor
Baseando-se no testemunho de um vizinho do rapaz, a rádio nacional chinesa relatou na sua página na Internet que o aluno do quinto ano tinha que escrever uma carta com mil carateres pedindo desculpa ao professor por ter falado na aula.

Por não ter cumprido a tarefa, o professor ordenou-lhe alegadamente que se atirasse do cimo de um prédio, relataram familiares do rapaz, cujo corpo foi encontrado em cima de um carro estacionado debaixo do apartamento onde vivia com os pais em Chengdu, uma cidade no sudoeste da China.
A rádio chinesa referiu que o rapaz terá escrito no seu caderno de apontamentos, dirigindo-se ao seu professor, que vacilou várias vezes ao tentar atirar-se do 30.º andar. "Professor, não consigo", terá escrito.
Os familiares colocaram uma faixa junto à escola acusando o professor de ser o responsável pelo sucedido.
Um responsável local do distrito de Jinjiang indicou que há uma investigação em curso, sem adiantar mais informações.
A escola onde o rapaz estudava divulgou na Internet uma mensagem que refere que a morte foi acidental, admitindo que vários alunos tinham como tarefa escrever autoavaliações do seu comportamento depois de terem perturbado um concurso de oratória.
A disciplina férrea é uma característica do sistema educacional e da cultura chinesa, o que coloca as crianças sob grande pressão para obedecerem a ordens.
Fonte: NM

Carrilho "Vivemos no fio da navalha" e "isto não vai lá com falinhas mansas"

O antigo ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho, cuja polémica separação de Bárbara Guimarães muita tinta tem feito correr, assina esta quinta-feira um artigo de opinião, alheio à controvérsia da sua vida pessoal, e apontando antes baterias ao Governo. O socialista considera que “vivemos no fio da navalha” e que “é preciso compreender de vez que isto não vai lá com falinhas mansas”.
POLÍTICA
Vivemos no fio da navalha e isto não vai lá com falinhas mansas
Num artigo de opinião intitulado ‘A lengalenga’, e publicado hoje no Diário de Notícias, Manuel Maria Carrilho deixa de parte a celeuma que tem vindo a pautar a sua vida pessoal, focando-se antes na política do País. Neste sentido, advoga o antigo ministro da Cultura, “importa cortar com tudo aquilo que nos enfraquece, que no momento actual é sem dívida a interminável lengalenga que nos tem paralisado colectiva e individualmente, sobretudo quando se pretende apresentar como soluções para a crise que vivemos aquilo que justamente esteve nas suas causas”.

E no entender do socialista, “a lengalenga acontece porque as ideias deram lugar à gelatina opinológica, e a meritocracia à ruminação idiotológica”.
“É preciso compreender, e de vez, que isto não vai lá com falinhas mansas”, continua Carrilho, “nem com políticas de remendos mais ou menos engenhosas. É preciso compreender que o capital financeiro domina hoje inteiramente o Mundo, destruindo a sociedade industrial, liquidando o mundo empresarial (…). E é ainda preciso compreender, e bem, que nunca a democracia foi um dispositivo tão frágil nas mãos dos que a pensam deter ou dominar”.
Por conseguinte, concretiza o ex-governante, “vivemos no fio da navalha – entre a já histórica incompetência do Governo de Passos e as já antológicas piruetas de Portas, entre a pusilanimidade de um suposto Presidente e uma cada vez mais improvável República e- pelo menos até agora, em que finalmente se anuncia para os próximos tempos uma ‘Convenção’ para dar um ‘novo rumo’ a Portugal – uma total e confrangedora ausência de efectiva alternativa de projecto nacional por parte da oposição”.
Em jeito de remate, Carrilho subscreve ainda a opinião de Mário Soares, que, recorde-se, disse que o País estava entregue “a um bando de delinquentes”.
Fonte: NM

OE2014 Ministra das Finanças diz que é preciso cortar salários e pensões

A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, afirmou hoje que a margem de manobra para cortar despesas de consumos do Estado e para cortar no investimento é curta, e que os cortes terão necessariamente de cair sobre os salários e as pensões.
ECONOMIA
Ministra das Finanças diz que é preciso cortar salários e pensões
"A redução efetiva da despesa pública é a opção responsável e exige um programa abrangente que inclua todas as rubricas. Continuaremos a fazer um esforço de redução de consumos intermédios e continuaremos a adequar as despesas de investimento público ao contexto de ajustamento. As rubricas de consumos intermédios e despesa com capital, porem, representam apenas 13% do total da despesa pública em 2013, e reduções adicionais e substanciais destas despesas podem por em causa o funcionamento dos serviços essenciais às populações ou o próprio nível de ideal de serviço público", defendeu a governante.

Maria Luís Albuquerque, que fazia uma intervenção no Parlamento naquele que é o primeiro dia de debate sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2014, voltou então a defender a necessidade de fazer cortes na despesa do Estado com salários dos trabalhadores em funções públicas e dos pensionistas.
"Neste quadro, para diminuirmos a despesa pública para um nível que o Estado pode sustentar, e para o nível que os portugueses podem suportar em termos de carga fiscal, a redução terá de se estender às áreas de prestações sociais e despesas com pessoal. Recordo que estas duas áreas em conjunto perfazem 70% da despesa pública total", afirmou.
A governante tentou então passar a garantia que o atual Governo tem presente que esta proposta "exige, assim, sacrifícios adicionais aos funcionários públicos e aos pensionistas e que a proposta em si é "dura e difícil", mas considera que as medidas que decidiram incluir na proposta de orçamento que hoje discutem "são equitativas, são abrangentes, e são as estritamente necessárias".
Maria Luís Albuquerque fez questão também de garantir que Portugal conseguiu cumprir a meta do défice estrutural em 0,5% do PIB este ano, ao contrário do que os cálculos da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) sugerem.
Fonte: NM

Subsídios Tribunal Europeu considerou justos cortes de 2012

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considerou que os cortes nos subsídios de férias e de Natal da função pública e no sector empresarial, em 2012, "não foram desproporcionados", e sublinhou que "o Governo português fez um justo equilíbrio".
ECONOMIA
Tribunal Europeu considerou justos cortes de 2012
Em acórdão a que a agência Lusa teve acesso hoje, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos notou que as circunstâncias "excecionais em Portugal", no ano passado, justificaram a retenção "limitada e temporária" dos dois subsídios acima dos 600 euros até 1.100 euros (a partir deste montante, o corte foi total).

O tribunal entendeu que o "Governo português fez um justo equilíbrio entre os interesses da comunidade em geral e a proteção dos direitos individuais" dos pensionistas e das empresas da esfera do Estado.
O Tribunal Constitucional considerou que os cortes eram inconstitucionais, porém decidiu suspender os efeitos em 2012, uma vez que, lembrou o Tribunal Europeu, "o orçamento estava já em adiantado estado de implementação e seria impossível a Portugal encontrar medidas alternativas no sentido de cumprir com as metas da 'troika'".
A suspensão do pagamento dos dois subsídios implicou um corte de 14 por cento no rendimento anual dos pensionistas da Caixa Geral de Aposentações, pelo que dois cidadãos portugueses, António da Conceição Mateus e Lino Santos Januário, recorreram para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
António da Conceição Mateus, de Aveiras de Baixo, viu reduzir o subsídio de Natal de 722,87 para 551,20 euros, enquanto Lino Santos Januário, residente em Almeirim, recebeu 684,02 euros em vez do valor da pensão mensal, no montante de 910,72.
A decisão, que rejeitou a alegação de que a redução não põe em causa "o direito da propriedade", foi tomada por unanimidade por sete juízes, entre os quais o português Paulo Pinto de Albuquerque.
Fonte: NM

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

12 jardins bizarros e magníficos do mundo todo

Paisagistas podem ser tão criativos e inovadores quanto arquitetos de prédios. Muitas de suas construções são inspiradoras e definitivamente merecem uma visita. Confira:

1. Os Jardins Perdidos de Heligan

1
1-
1--
Lowarth Helygen (Os Jardins Perdidos de Heligan), perto de Mevagissey, em Cornwall, Reino Unido, possui duas esculturas de barro, uma pequena “selva”, o último “poço de abacaxi” (técnica para cultivar a fruta em climas frios) da Europa e uma série de lagos, criados entre 1777 e início do século 20. Caiu em desuso após a Primeira Guerra Mundial, e foi restaurado apenas na década de 1990.

2. O Jardim da Especulação Cósmica

OLYMPUS DIGITAL CAMERA
2-------
2------
2-----
2----
OLYMPUS DIGITAL CAMERA
2--
2---
Situado em Dumfries, no sudoeste da Escócia, este jardim, chamado “The Garden of Cosmic Speculation”, foi criado em 1989 por Charles Jencks, em homenagem a sua esposa Maggie Keswick. Ele se propõe não apenas a agradar apenas aos olhos, mas a provocar a reflexão sobre a natureza das coisas. Por exemplo, uma das esculturas do jardim representa a estrutura do DNA, enquanto um pequeno monte, chamado de “O Caracol”, permite aos visitantes interagirem, enquanto jogam, com a sequência de Fibonacci. Ou seja, o jardim é inspirado e foi desenhado seguindo diversos conceitos científicos e matemáticos, como buracos negros e fractais. É composto de 40 áreas principais, jardins, pontes, acidentes geográficos, esculturas, terraços e diferentes obras arquitetônicas.

3. Casa Patrocínio

3-
3
A Casa Patrocínio fica em Lisboa, Portugal, e possui 4.500 plantas de 25 variedades diferentes. Luís Rebelo de Andrade, Tiago Rebelo de Andrade e Manuel Cachão Tojal são os arquitetos que projetaram esse jardim vertical na Travessa do Patrocínio. O espaço verde que sobe pelas paredes ocupa 100 metros quadrados. Além de funcionar como uma pintura e uma escultura, o jardim garante o equilíbrio térmico do edifício, reduzindo gastos de energia e tornando-o mais sustentável. Segundo seus criadores, é mais do que uma solução estética e de rentabilização de espaço: é uma intervenção ecológica.

4. Jardins Artigas

4
4-
4--
4---
4----
Jardins Artigas, ou Jardins de Can Artigas, são jardins que ficam em La Pobla de Lillet, na Catalunha (Espanha), projetados entre 1905 e 1906 pelo arquiteto Antoni Gaudí. Os jardins foram construídos a pedido de Joan Artigas, que já conhecia o trabalho de Gaudí no Parque Güell, em Barcelona. Como em outras de suas obras, Gaudí projetou estes jardins com base em estruturas e formas naturais, unindo arquitetura e natureza. A construção mais importante do jardim são cinco arcos de pedra rochosa, em sentido longitudinal e transversal, que possuem figuras de um homem e uma mulher com um cesto na cabeça na sua entrada.

5. Zwerglgarten ou Jardins do Palácio de Mirabell

5
5-
5--
5---
5----
Zwerglgarten (anão de jardim) faz parte dos Jardins do Palácio Mirabell, em Salzburgo, na Áustria. Como o nome sugere, possui dezenas de estátuas de anões assustadoras. O palácio e o jardim foram construídos pelo príncipe arcebispo Wolf Dietrich em 1606. Mais bizarro ainda é o fato de que a maioria destas estátuas foram inspiradas por anões reais que viveram na corte, enquanto algumas outras foram modeladas em homenagem a figuras amadas, estrangeiras ou locais.

6. Jardim vertical de garrafas de plástico

6-
6
Esse jardim vertical feito com garrafas de plástico foi projetado durante o quadro “Lar Doce Lar”, do programa do Luciano Huck, O Caldeirão, no Brasil. A horta vertical de garrafas PET, que foi usada na casa da família Rodrigues, em Itaim Paulista, São Paulo, é obra de Rosenbaum, um escritório de design e inovação. Você pode aprender como fazê-la aqui.

7. Jardim vertical em prédio

7
Esse jardim vertical é na verdade uma obra de arte criada por Patrick Blanc, em Paris, França. A parede, antes sem graça e agora exuberante e cheia de natureza, fez parte da Semana de Design de Paris. O que parece uma floresta totalmente enraizada levou apenas sete semanas para crescer.

8. Conservatório Muttart

8-
8
O “Muttart Conservatory” é um jardim botânico em Edmonton, no Canadá. Vibrante, colorido, tranquilo e inspirador, exibe pirâmides adoradas pelo público. O Conservatório foi projetado pelo arquiteto canadense Peter Hemingway, e abriu oficialmente em setembro de 1976.

9. Jardins de Gilroy

9----
9---
9--
9-
9
Gilroy Gardens, ou Jardins de Gilroy, são jardins criados por Axel Erlandson entre 1925 e 1963, também conhecidos como The Tree Circus (O Circo de Árvore). Não foi um verdadeiro sucesso financeiro. Em 1963, ele vendeu toda a propriedade, que foi renomeada para The Lost World (O Mundo Perdido). 40 das árvores sobreviventes quase foram demolidas em 1977, mas um homem chamado Michael Bonfante as realocou, e abriu um novo jardim em 1985. Agora, 25 dessas árvores estão em exibição.

10. Step Garden

ACROS Fukuoka
Step Garden é um jardim de 14 andares em forma de “templo”, que fica na cobertura com terraço do edifício ACROS Fukuoka, em Fukuoka, no Japão. Foi construído por Emilio Ambasz & Associates, em 1995. Possui um deck de observação aberto para visitação, de onde se pode desfrutar de uma vista panorâmica de 360 graus da cidade, incluindo a baía de Hakata.

11. Horta Omega

11-
11
A Horta Omega é um jardim criado pela empresa canadense Omega Garden, que possibilita uma produção 5 vezes maior por watt de energia consumida e menor uso de água, em comparação com outros sistemas que utilizam iluminação artificial, porque as plantas crescem mais rapidamente em um espaço reduzido. No sistema de carrossel, cada um deles transporta um jardim de 2,4 metros igualando tanto quanto 140 metros quadrados de estufa em apenas 13 metros quadrados de área. Os jardins rotativos podem ser operados em uma estrutura isolada em qualquer clima, com eficiência sem precedentes.

Bônus: Inhotim

12-----
12
12----
12---
12--
12-
12------
12-------
12--------
12---------
12----------
Já pensou se deleitar em um lindo jardim botânico e museu de arte contemporânea integrados? Esse exemplo de arquitetura moderna existe e, o melhor de tudo, fica no Brasil, em Minas Gerais! A 60 km de Belo Horizonte e por R$25,00, você pode conhecer esse projeto incrível do magnata mineiro Bernardo Paz, que resolveu construir um museu de arte contemporânea em meio a natureza, e de quebra criar um dos mais importantes e bem montados jardins botânicos do Brasil. Verdadeiro jardim do Éden, são 100 hectares de cores e aromas escolhidos com cuidado especial, além de cinco lagos ornamentais com a maior coleção de palmeiras da América dispostas de forma harmônica. Os recantos por onde espalham-se os pavilhões que abrigam as obras de artistas brasileiros e estrangeiros são pensados para terem uma sintonia perfeita com as espécies naturais que lhes envolvem. Cerca de 17 galerias alternam exposições, mas 21 artistas, como Tunga, Cildo Meireles e Helio Oiticica, tem pavilhões próprios permanentes. Não tem como não se surpreender com o local, mesmo que você não entenda nada de arte. Vale a visita. Segundo o jornal The New York Times, “poucas instituições se dão ao luxo de devotar milhares de acres de jardins e montes e campos a nada além da arte, e instalar a arte ali para sempre”
Fonte: hypescience